quinta-feira, 3 de novembro de 2016

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Veja as dicas de coaching para não virar o ano endividado

Não vire o ano endividado, comece a agir agora!

Quando vai chegando o fim do ano, a maioria dos brasileiros empregados começa a pensar em como usará seu décimo-terceiro salário. E a maioria chega à conclusão de que precisará desse valor para quitar dívidas e não para pagar a tão sonhada viagem nem comprar um carro ou um eletrodoméstico novo.
Em tempos de crise, o dinheiro “na mão” some e o resultado é um endividamento. Muita gente não vê outra saída. Mas será que tem que ser assim? Como viver de acordo com a renda que você tem, e não aquela que você fantasia? Como virar o ano com mais equilíbrio financeiro?

Afinal, quem está no controle: você ou seu dinheiro?

Primeiro vamos examinar suas crenças sobre dinheiro. O autor T. Harv Eker declarou em seu livro bestseller Os segredos da mente milionária: “Todas as frases que você ouviu sobre dinheiro quando era criança permanecem no seu subconsciente como parte do modelo que governa a sua vida financeira. O condicionamento verbal é extremamente poderoso.” 
Reflita e anote:
1- O que você mais ouviu na sua casa sobre ganhar, gastar e poupar dinheiro? 

2- Em que a pessoa que sustentava sua casa acreditava a respeito de dinheiro?
 
3- Qual é sua atitude hoje com o seu dinheiro?
Muita gente tem um modelo de dinheiro programado para gastar – quanto mais ganha, mais gasta. São indivíduos que optam pela gratificação imediata em detrimento do equilíbrio no longo prazo. Seus lemas são: “Ah... É só dinheiro”; “Tudo que vai, vem”; “Desculpe, agora não dá, estou duro” (está sempre devendo); “Dinheiro na mão é vendaval.”
Você tem a sensação de que “O dinheiro acabou mas o mês não?” Isso não pode acontecer de jeito nenhum! Para domar as próprias finanças, o primeiro passo é conhecer rigorosamente todos os seus gastos. O segundo é elaborar uma planilha de gastos pessoais (consulte modelos prontos na web). Planejamento pressupõe controle. 
Arregace as mangas para criar seu equilíbrio financeiro e aja com: 
  1. Lista de gastos – diários/ semanais/ mensais/ anuais;
  2. Lista de dívidas;
  3. Lista de juros que está pagando todo mês;
  4. Consultando pessoalmente seu gerente de banco e pedir ajuda para quitar dívidas pagando o menor juro possível;
  5. Planejando para quitar as dívidas com parcelas mensais que caibam no seu orçamento; usando o décimo-terceiro salário para um abatimento maior;
  6. Destinando orçamento para as despesas de fim de ano (festas);
  7. Destinando orçamento para as despesas de início de ano (impostos/escolas);
  8. Definindo qual percentual poderá poupar e em quanto tempo (10%? 20%?);
  9. Definindo como irá poupar o 13º, caso não empregue todo na quitação das dívidas;
  10. Lista de medidas de economia no dia a dia que irá iniciar imediatamente.
     

Você precisa mesmo de mais compras??? 

O consumismo irracional nos revela o quanto estamos insatisfeitos em nossas vidas. Não se engane – você não irá resolver dependências emocionais comprando uma nova TV, um novo microondas ou a última moda. Se esse for o seu caso (um consumo desmedido que está fazendo você se endividar), vale mais a pena participar de um grupo de apoio terapêutico e se livrar dos maus hábitos. 
Busque esse tipo de apoio em sua cidade; se não houver, pague uma terapia; e se não puder pagar de tantas dívidas já contraídas, monte um grupo de amigos que enfrentam a mesma situação e marque encontros semanais em que todos irão dar ideias e motivar a mudança individual de cada participante. Todos devem comparecer à reunião munidos das suas planilhas de gastos e dívidas para compartilhar e definir soluções possíveis.
Anote agora uma meta pessoal, do tipo “jogar para ganhar”:
- Para reduzir meus gastos mensais até janeiro de 2016, eu irei...
E tome muito cuidado com a facilidade de obter crédito! Lembre-se: planejamento pressupõe controle. O consumo agora é consciente, cujas três práticas diárias são:
Reduza - O quê? ________________________________
Reuse - O quê? _________________________________
Recicle - O quê? _________________________________
Para isso, não saia de casa sem uma lista planejada de suas compras – e se atenha a ela.
Publicado por: Carla Panisset

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

LIVRO TEAM & LEADER COACHING

Livro Team&Leader Coaching, Adquira no site Scala Coach
.......

Creio piamente que todas as pessoas são líderes; ora prontos, ora com habilidades involuntárias ou secretamente abafadas prestes a serem despertas. 

E como tudo na vida é exercício, no livro TEAM & LEADER COACHING, na parte que me coube escrever, ao invés de preparar um artigo, optei por “ensaiar” uma sessão de Coaching, onde cada leitor possa começar o autoquestionamento e se revelar diante das próprias respostas, que o conduzam a exercer sua liderança. 

É quase uma provocação para levá-lo (a) a despertar o que de melhor há em cada um, potencializando essas descobertas rumo ao topo. 

Boa leitura,

Rosângela Ojuara

4 Tipos de chefes e como lidar com eles

É muito comum o cliente tentar explicar como é seu chefe nas sessões de coaching, e os problemas que isso ocasiona, como se aquele jeito fosse uma característica exclusiva de seu líder. No processo de coaching fazemos perguntas para investigar mais profundamente esse perfil, que acabam por tornar o coachee espantado: “Como você sabe que ele age assim?”
Longe de termos uma bola de cristal, e considerando sempre que cada ser humano é único – fruto de sua genética, interação com o ambiente e sua história pessoal – usamos estudos a partir de testes de perfil comportamental, que mostram que todos nós podemos repetir padrões de reação ao meio externo, principalmente se o padrão ainda for inconsciente. E isso irá influenciar o estilo de liderança de cada chefe. Veja aqui quatro tipos de chefes e aproveite as dicas de como lidar com ele (a).

1. O DOMINANTE

Suas palavras-chave são: determinação, independência e automotivação. Totalmente voltado para resultados, pode às vezes ser um trator quando as metas não são cumpridas. Costuma imprimir ritmo forte na condução da área e é impaciente quando pede relatórios, ações e respostas. Na comunicação é assertivo, firme e gosta de colher os louros sobre os resultados da equipe. Pode ser muito enérgico na cobrança ao não abrir mão da competitividade. Gosta de assumir riscos e não precisa de aprovação dos outros para isso, o que pode gerar um grau de pioneirismo. Não tem dificuldade de tomar decisões e fica enjaulado quando não tem autonomia.
Dica: Não dê voltas para responder o que ele pergunta. Traga sempre opções de ações para resolver os problemas da área. Fale primeiro sobre o que é prioridade e, se ele abrir espaço, só depois fale de amenidades. Não tente impor suas soluções a ele, mas mostre resumidamente as opções para que ele dê a palavra final. Não seja emotiva demais nem hesitante ao apresentar fatos ou falar de dinheiro, pois isso só o deixará com a impressão de que está lidando com uma pessoa despreparada. Lembre-se de que seu automóvel é um trator. Espere por prêmios trabalhando em sua equipe: ele quer subir no pódio!

2. O CARISMÁTICO

Suas palavras-chave são: sociabilidade, entusiasmo e autoconfiança. Esse líder gosta de gente e de estar no palco. Seu estilo de comunicação é influente e “quente”, relacionando-se com todos os níveis hierárquicos da empresa. Consegue ser empático e adora que todos participem do que ele propõe. Não suporta ser ignorado ou não ouvido, até porque ele adora falar, fazendo isso com otimismo e criatividade. É o tipo que já acorda entusiasmado. Usa muito seu poder de persuasão, conquistando os clientes mais difíceis. O problema é que ele pode, às vezes, vender o que a área não consegue ou não tem tempo de entregar, e aí começam as reclamações – que ele contorna com muito carisma e sorrisos. Tem senso de urgência, mas sabe imprimir flexibilidade para não perder os contatos.
Dica: Mostre-se empolgada, participativa e com muita disposição para colaborar com a área – mas principalmente com ele! Ouça seu feedback como se fosse um presente e pergunte se ele quer feedback também. As pessoas mais caladas e soturnas vão precisar se soltar mais na presença dele, ao contrário ele acreditará que não tem os melhores talentos o apoiando. Para ele o importante é agitar, portanto não o encha de detalhes que ele não terá tempo de ver. Espere um ambiente com novidades e mudanças. Quando levar ideias para ele, vendas-as como algo inovador ou inédito. Ele se apaixonará!
3. O AMIGÁVEL
Suas palavras-chave são: paciência, persistência e consideração pelas pessoas. Dos quatro tipos, esse é o líder mais preocupado com o bem-estar de cada um da equipe. Ele aprecia ouvir, tendo um nível de empatia realmente especial. Tenta compreender os dramas pessoais de cada colaborador e leva isso em consideração quando divide as tarefas, o que, às vezes, causa desaprovação de um ou outro. Sua comunicação é amável e ele é comedido ao colocar o que pensa, pois não quer ferir os egos. É muito responsável e quer levar as tarefas até o fim sempre. Tem capacidade de organizar a área e, com moderação, vai estabelecendo a confiança dentro da equipe.
Dica: Não seja brigona nem implique com colegas ou com ele, isso o fará pensar que você está desestabilizando o bom ambiente que ele tanto preza e batalha para manter. Não fale coisas pela metade nem cobre urgência nas decisões mais difíceis (ele vai buscar causar o menor dano possível). Transmita a sensação de que é confiável (de quem faz o que diz) e que veio para ficar, já que ele não gosta de alta rotatividade em sua equipe. Ele sabe o quanto custa ganhar confiança e irá valorizar quem mantém uma reputação. Espere dele apoio constante e consideração não só pela profissional que você é, mas por seus princípios e valores.

4. O ANALÍTICO

Suas palavras-chave são: exatidão, conectividade e perceptividade. Mais disciplinado que todos, esse líder é lógico e gosta de dados e processos. Costuma se destacar em áreas de planejamento, grandes volumes de dados e necessidade de implantação de processos de alta eficiência. Tem uma comunicação mais voltada para a precisão, do tipo “Só falo quando tenho certeza.” Não aprecia imaturidade e pessoas que “falam da boca pra fora”. É capaz de lidar muito bem com o rigor técnico e cobra o mesmo. Reflete de forma analítica e trabalha bem em equipe em projetos complexos. Seu tom pode não ser tão pessoal (às vezes parecendo distante), mas o que está por trás é sua mente lógica.
Dica: Busque ser coerente e embasada quando conversar com ele. Crie uniformidade nos processos e apresente a ele padrões de controle de qualidade. Ele ama estruturas, então abuse de planilhas, agendas e projeções. Não fique chateada se ele parecer um tanto frio, não é nada pessoal! Ele é capaz de manter as pessoas altamente conectadas ao projeto através de seu próprio exemplo. Espere fazer parte de equipes eficientes, de alta qualidade. Ele trará o bom senso. Sua cabeça funciona como um processador de dados, ajude-o a estruturá-los e gerar controles. Você se tornará imprescindível para ele.
*Tipos inspirados no teste DISC de perfil comportamental. 
Publicado por: Carla Panisset, coach certificada para o teste.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Tom de Voz


Tenho 38 anos, sou técnico de enfermagem. Perdi dois empregos em duas grandes instituições hospitalares. Nunca havia me atentado para isso. Agora, no momento, estou desempregado. Embora tenha um bom currículo, fui rejeitado em dois processos seletivos. Tenho um problema no relacionamento com as pessoas. Essas falam, chegam no ouvido dos chefes, e esses, embora até sintam simpatia por mim, dispensam-me. Resolvem o problema, mas não dão uma dica para as mudanças serem implementadas. Talvez por má vontade, ou por não saberem como ajudar mesmo, afinal de contas, imagino eu, que essa não deva ser uma tarefa fácil. Estou sempre aberto às mudanças. Gostaria muito de receber uma orientação tua. Ficarei eternamente grato. Tenha uma boa noite. Sem mais,
M.
xxx


Caro M.,
É preciso reprogramar sua visão a respeito de si próprio, como colega e como profissional. Recomendo que você leia urgentes dois livros muito importantes, com esse objetivo: “Como fazer amigos e influenciar pessoas” (Dale Carnegie) e “Ame-se e cure sua vida” (Louise L. Hay). Procure em sebos virtuais (como Estante Virtual), onde os livros são muito mais baratos. Comece a mudar sua forma de se relacionar e você terá mais sucesso nas entrevistas e em seu novo emprego! Hoje todas as fontes elegem o networking como ferramenta mais eficaz de quem deseja crescer pessoal e profissionalmente. E networking começa com a habilidade de abrir novos relacionamentos, descobrindo pontos de sintonia com as pessoas. A mudança que você quer experimentar irá começar com sua nova maneira de lidar com as pessoas.

Postado por: Carla Panisset
*Todos os emails reproduzidos nesse site foram autorizados por seus remetentes. As iniciais são trocadas para preservar o direito ao sigilo, quando é solicitado por escrito.

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sexta-feira, 18 de abril de 2014

5 razões por que você não consegue dizer "Não"

Vamos bater um papo sobre essa enorme dificuldade nossa que é dizer “Não”. Por que nós mulheres tememos tanto dizer “Não” a maridos, namorados, filhos, chefes, pais e amigos? Veja se alguns desses pontos de apoio (que já me ajudaram muito!) podem te ajudar também a se impor mais e conquistar o seu espaço nas relações pessoais e no trabalho.

 

1. Medo do abandono

A principal razão que as mulheres relatam para evitar ao máximo dizer “Não” a pessoas importantes é o medo de acabarem afastando essas pessoas. É o velho “medo de ficar sozinha”. A solidão assusta qualquer pessoa, isso é certo… Mas pense comigo: não foi por medo que uma mulher tomou a melhor decisão na carreira ou conquistou a relação que a faz feliz, pode apostar! O que faz alguém querer estar e continuar perto de nós é acreditar que somos únicas, realmente especiais – e pessoas medrosas não inspiram esse desejo nos outros!

 

2. Moeda de Troca

Outra razão muito comum é acreditar que se disserem “Não”, elas não terão o “Sim” quando mais precisarem. Pessoas que agem com essa crença costumam basear suas relações na moeda de troca que possuem, por exemplo: ficar cuidando de quem já é bem grandinho, trabalhar no lugar do outro, dar carinho, presentes, dinheiro ou até sexo em excesso. Ou seja: se tenho mais para dar, posso pedir mais. O problema dessa visão é que confunde o amor-próprio da mulher. Chega uma hora em que ela não separa mais sua moeda de troca do que “ela é” realmente. Sua vida e suas qualidades únicas perdem valor e o resultado é que sua identidade se enfraquece. Se a pessoa “não sabe mais quem é” pode acabar sendo abandonada (problema do item 1). No caso de relações íntimas, quem SEMPRE vê em você uma empregada, uma financiadora ou uma enfermeira deveria pagar alguém por isso!

 

3. “Quero paz”

Às vezes o motivo de não dizermos “Não” é evitarmos discussões. Se você está na maior parte do tempo evitando discussões, ligue o alarme! Os motivos costumam ser:
- Você lida com uma pessoa muito autocentrada, que só aceita fazer o que quer, sem poder enxergar o seu ponto de vista ou
- Você lida com uma pessoa que não tem afinidades com você ou
- Você lida com uma pessoa que está doente e não pode se emocionar ou
- Você lida com alguém que não tolera a convivência, portanto não vê vantagens em negociar mais nada ou
- Você está nessa relação para manter outros interesses.
Aqui vale responder para você mesma: Vale a pena continuar dizendo “Sim” e perpetuando essa relação? Será que ela ainda é baseada no amor, admiração ou no respeito mútuo? É isso que você escolhe agora para você?

 

4. Por pura preguiça

Algumas mulheres dizem “Sim” e concordam com tudo que os outros propõem, mas no fim acabam não fazendo para não terem trabalho. Acreditam que assim não irão se preocupar ou se estressar. Cuidado, porém, se essa postura se estender a outras áreas da sua vida que exijam dedicação e investimento, como realizar os seus desejos (muitas mulheres nem sabem quais são eles!). Será que você não anda sem energia ultimamente? Falta de vitalidade pode ser um sinal de depressão. Caso você costume “empurrar tudo com a barriga”, busque ajuda para aumentar sua vitalidade e estimular sua sexualidade. Técnicas corporais, dietas de limpeza, Biodanza e outras terapias ligadas ao corpo podem ajudar você a ter mais prazer e reencontrar o espírito de luta para investir novamente na sua vida.

 

5. “É tudo igual”

A crença de que todas as pessoas são iguais: “Todo marido é igual”; “Todo chefe é igual”; “Filho é tudo igual” leva a um erro de compreensão do mundo. As pessoas não são iguais, basta ver a fisiologia e o metabolismo de cada um. No entanto, se elas se comportam sempre da mesma forma na sua presença, será que não é você que está sempre fazendo o mesmo papel e espera o mesmo comportamento de todos? Faça o teste: experimente agir de uma forma nova com uma pessoa próxima e veja como ela reage. Por exemplo: se você costuma cuidar dela, peça para ela cuidar de você uma vez. Depois, converse com ela sobre como se sentiu e avalie se essa mudança foi positiva. O importante é descobrir que nada é rígido e que podemos experimentar. A cada encontro temos uma nova chance. Então, abra-se para essa oportunidade de descobrir cada pessoa nova como ela é, sem repetir antigos padrões de comportamento que trouxeram infelicidade para você no passado. E se você descobrir que dizer “Não” significa dizer “Sim” para os seus desejos, vá em frente, e viva plenamente!

Postado por: Carla Panisset  

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8 Dicas para aumentar a chance do seu currículo ser lido

Ferramentas de busca podem ajudar você a tornar seu currículo mais facilmente encontrado, desde que você respeite algumas regras sobre filtros, quando for enviá-lo dentro de sites (upload do arquivo) ou publicá-lo integralmente na internet. Mesmo quando enviamos o currículo no corpo de um e-mail – já que muitos recrutadores preferem dessa forma do que anexados – devemos observar algumas dicas:

1. Cuidado para não ser deletado

No assunto do e-mail, repita o nome da vaga para a qual você está se candidatando. Caso não haja vaga aberta, coloque a área pretendida e seu nome, por exemplo: “Assistência de Marketing – currículo Mariana Silva”. Isso irá facilitar aos recrutadores encontrar seu currículo durante o processo. Caso opte por enviar um anexo, em formato .doc, .pdf ou .rtf, não coloque suas informações de contato no cabeçalho do arquivo de texto, porque filtros podem estar programados para ignorar cabeçalhos e rodapés. Assim seus dados pessoais correm o risco de serem deletados. Prefira colocar os dados já no corpo do texto, no alto.

 

2. Tenha claro o objetivo

Caso já saiba o cargo para o qual a vaga foi aberta, repita-o em seu Objetivo. Se cadastrar seu currículo em um site de vagas, coloque a área e o nível hierárquico que deseja no campo Objetivo. Assim você poupa tempo do recrutador e o seu, não aplicando para vagas de estagiário se você quer ser gerente.

 

3. Resumo das qualificações

Começe com um parágrafo de Resumo das Qualificações, usando a primeira pessoa do verbo. Por exemplo: “Em tal função, produzi…”, “criei”, “implementei…”. Encha esse resumo de números e períodos de tempo, demonstrando que você está focado na linguagem de negócios. Não esqueça de mencionar aqui as palavras-chave pelas quais quer ser “encontrado”, por exemplo: treinamento ou supply chain ou tributos.

 

4. Acerte na fonte

Escolha fontes (letras) mais conservadoras como: Verdana, Arial, Tahoma ou Calibri e procure seguir com uma ou duas apenas. Alguns softwares podem rejeitar fontes serifadas (que tem “traços”), como a Times New Roman ou a Cambria. Nunca use fontes Script.

 

5. Não adianta espremer

O menor tamanho de fonte deve ser 11. Evite usar fontes pequenas que atrapalham a leitura, na tentativa de caber tudo. Em vez disso, aumente seu poder de síntese e redija resumos mais diretos sobre suas realizações, não ultrapassando duas páginas.

 

7. Qual o formato?

Use formato padrão (carta). A margem mais indicada é de 2,5 cm – tanto para a superior quanto para a inferior. Não use linhas cruzando a página inteira, pois algumas buscas rejeitam documentos apenas por identificarem uma linha de ponta a ponta na página.

 

6. Se você não é designer

Sua meta deve ser conseguir a entrevista e não revelar o seu perfil artístico (a não ser que a vaga seja para isso). Não use gráficos ou logomarcas; não use tabelas dentro do currículo; não use fios e bordas – tudo isso pode impedir sua indexação e dificulta que o empregador encontre você.

 

8. Não abuse na foto

Na hora de selecionar uma foto, opte por uma do rosto, com camisa fechada, maquiagem discreta e sem decotes ousados nem bijuterias de impacto. Peça para seus amigos opinarem sobre a foto, pergunte a eles: “Você contrataria essa pessoa? Por quê? O que ela te transmite?” Lembre-se de que em sites como LinkedIn, por exemplo, postar sua foto aumenta em mais de três vezes a chance de seu currículo ser lido.

Após agendada a entrevista, as principais perguntas que os futuros chefes costumam fazer são:
- Por que deveríamos contratar você?
- O que você pode fazer por nós que outros candidatos não podem?
- Quais são seus principais talentos e suas fraquezas?
Não vale responder que “Minha fraqueza é ser muito exigente e pontual”, pois isso demonstra apenas que você está jogando confete em si próprio e não sendo franco (podendo estar agindo assim no restante da entrevista).

E por fim, mas não menos importante, treine, treine e treine o que falar sobre você e suas realizações. Pense no seu currículo como o cardápio – e não como o prato feito. Ele tem que ser atraente o bastante para abrir portas e conduzir você à entrevista, mas é lá que você vai marcar o gol!

Postado por: Carla Panisset 

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Eu odeio segunda-feira

3 dicas para começar a semana de bem com a vida dadas pela especialista Carla Panisset. Novas atitudes e novas ideias para colocar em prática o futuro que você quer ter.






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segunda-feira, 25 de março de 2013


ESTOU SOZINHA E AGORA?????

Queridas mulheres.
TODAS!!
De cada idade.
Em especial, das de 30 e poucos (quando as maiores aflições começam) às de 50-60-70...ao oo( infinito ),quando as mesmas aflições não passaram).
Queridas mulheres, se a chamada para essa discussão as leva à esperança de que “seus problemas acabaram”, não acertaram de todo.
Primeiro por esse jargão não ser meu, depois porque pretensamente, o máximo que consigo prometer, é falar dos problemas que são nossos, até me esgotar na tentativa de mostrar, que existem, mas podem sempre ser vistos sob vários prismas.
Nós nos papéis: ora mães ora filhas, ora fadas ora feras, ora ferinas ora feridas, ora amadas ora amantes, ora vitimando ora vitimadas, ora troca ora trocadas, ora fuga ora luta, ora luz ora cruz.
Prometo também falar de assuntos dolorosos embora rescindíveis, como ciúmes, separação e ou divórcio que mesmo com morte anunciada há tempos, nos surpreende quando diante de mudanças drásticas como ter que passar a comer sardinha ao invés de caviar; da metade da cama permanecendo arrumada à noite, das contas se acumulando na mesa, dos filhos meio cá meio lá, ou da inexistência deles nesse momento, dos três quartos “giga”- farto, virando quarto e sala “micro” - premium, e, da sensação de contratura no estômago, da lança atravessando as entranhas, do espelho contra nós, dos amigos divididos, da referência sem pontos, ou ainda no melhor dos mundos, de ter dinheiro, de ficar com o apartamento, mas não saber o que fazer com tanta liberdade.

Há também sugestões proveitosíssimas como:
- O que fazer com o batom fluorescente laranja/vermelho carmim comprado na primeira etapa pós-separação? Guardar para a festa de Halloween.
- E com o botox desmedido, e os lábios Angelina Jolie, também feitos na primeira etapa pós-separação ? Rezar para que o efeito acabe bem rápido e ficar rindo o tempo todo para parecer que nasceu assim mesmo.
- E o vestido curtinho de franjas, comprado nessa mesma fase? Jogar no fundo do poço e se alguém tiver fotografado, jurar que é uma sósia.
- E a fila da boate de gente bem mais nova em que você ficou várias vezes? “Deletar” e trocar pela fila do Festival de Cinema ou de exposições novas em museus, na feira de barcos, salão de carros, (tem sempre gente interessante sozinha).
- E as contas se acumulando? Planejamento x Coaching x Planilha de Excel x Dieta x Planejamento(de novo) x Respiração Yoga x Planejamento.
- E com a cama meio vazia? Laptop, escova de cabelos, livros e revistas abertos na metade para ocupar espaço.
- E com o quarto e sala pequeno? Ver que ele é “premium” e da muito menos trabalho para limpar, deixar perfumadíssimo, florido e decorar com gosto.
- E o fim de semana dos filhos “lá”? Aproveitar o tempo disponível para, subir seus cinco andares de escada a pé; correr, andar de bicicleta, caminhar na praia, no parque, na avenida, na praça, no museu, na livraria, por que isso é igual à endorfina e amigos novos, para substituir pelos que foram “divididos”, que não eram amigos.
- E com a sardinha que você passou a comer? Dar status a ela, juntar salsinha, cebola cortadíssima, gengibre(só um tiquinho), uma pitada de curry ou páprica e  fazer um Wrap; Ah, é muito saudável, tem cálcio!
Já viram que os temas são dolorosos, hilários, polêmicos e fartos.
Tantos e todos, para levantar polêmica mesmo.
E sabe por que pode dar certo?
Somos todas mulheres, românticas (como muitas negam), articuladas (tal e qual várias – no bom sentido), fortes( como todas; embora algumas não assumam) e crentes ( como quem crê no amor por esperança e inspiração, na dor por coragem e imposição, nas perdas por tentativas e amadurecimento e nas conquistas por ensaios e arrebatamento).
Carregar ora na bolsa Chanel ora na pochete “plastic”, separações ou acordos, amores ou dores, ilusões ou enganos podem nos fazer:
Fracas, vítimas e arrependidas: Nunca!!
Chorosas, asfixiadas e sofridas: Na hora.
Refeitas, crédulas e fortalecidas: Para sempre.

Porque somos:
Múltiplas e indivisas.
Pérolas e pedras.
Livres e conchas.
Impudicas, castas e pintadas com “tinta forte”.
Absolutamente tudo a ver com cada uma ou todas nos e com amor e performance; afeto e ensaio dramático; desmobilização com melhora, teatral com dramático, com afeto, desapego, retomada, ferida, casca e cura.
Não faremos um “manual”, mas nossas discussões podem servir para eventuais consultas sobre auto-estima tendendo a zero, ruptura embrionária com a própria mãe/pai, com os filhos; sobre o rompimento visceral com o ex, o apego, a fraqueza ou toda a alegria e força, represadas, gritando para sair de dentro de você, e, o COACHING pode te ajudar nessas descobertas.
 “Last but not least”, vamos constatar que, para sucumbir ou reagir, não importa a idade, mas como e quanto você vive de verdade ou viveu; como e quando vive ou quer voltar a viver .
MÃOS À OBRA!!!                                                                                                     
POSTADO POR:
Rosangela Ojuara

terça-feira, 12 de março de 2013

A frustração de querer saber tudo

Boa tarde! Sou da Bahia, tenho experiência no segmento de logística de produção e serviços há 10 anos. Busquei me qualificar com o curso próprio de logística e mês que vem começo uma pós no mesmo segmento e com pressa para terminar e fazer uma nova graduação na área de administração.

Atualmente trabalho em uma empresa no segmento de operações portuárias em que minha nova função é atendimento e relacionamento a clientes (setor comercial).

Lendo sua matéria (Como Liderar a Geração Y) me identifiquei com os pontos citados exclusivamente na parte da frustração de querer saber tudo e ansiedade (que me mata diariamente); me preocupar com a permanência no emprego, em fazer tudo ótimo, etc.


Por favor me dê uma dica, pois o meu objetivo é estar sempre empregado e qualificado. Às vezes me sinto perdido de tanta ansiedade aguardando dias claros e melhores. Estou indo pelo caminho certo?

Muito grato,
S.J. - Salvador, Bahia

xxx

Prezado S.,

É muito importante saber se o que você faz é a atividade mais adequada ao seu perfil profissional. Recomendo que faça um teste de perfil (DISC ou MBTI) ou ainda os recomendados e disponíveis em sites em inglês (se você for fluente). Assim você pode partir de uma avaliação das suas habilidades para saber se “está no caminho certo”.

Para ajudá-lo a vencer a ansiedade, recomendo que você leia o livro "A descoberta do fluxo", de Mihaly Csikszentmihalyi
(resenha aqui). Vai te dar mais dicas sobre como tirar o máximo proveito das suas habilidades e descobrir as atividades que te favorecem a entrar "em fluxo", ultrapassando assim as preocupações. E não se esqueça de manter a mente sempre ocupada com projetos e planos para realizá-los!

Desfrute!


Postado por: Carla Panisset

*Todos os emails reproduzidos nesse site foram autorizados por seus remetentes. As iniciais são trocadas para preservar o direito ao sigilo, quando é solicitado por escrito.


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10 queixas femininas mais comuns no divã

Especialistas esclarecem principais insatisfações das mulheres
Site: Personare


Quem disse que ser mulher é fácil? Se alguém ousou pensar dessa maneira algum dia é porque, provavelmente, nunca viu uma mulher cheia de tarefas, compromissos e vontades, precisando conciliar tudo ao mesmo tempo. É a atenção com os filhos e o marido, o trabalho que vai até tarde da noite, a limpeza da casa e o cuidado com o próprio corpo, tudo para ser feito em apenas vinte e quatro horas. Diante de tantas demandas e expectativas, é comum que os problemas surjam e acabem ameaçando o dia a dia - que já não é nada tranquilo.

Pensando nisso, especialistas e terapeutas em diversas áreas destacaram quais são as 10 queixas femininas mais frequentes em seus consultórios. Além disso, os profissionais apontam porque as mulheres andam insatisfeitas e de que maneira esses problemas podem ser vencidos.

Queixa 1 - Não consigo achar o equilíbrio entre minha vida profissional e familiar


As mulheres são conhecidas por conseguirem fazer várias coisas ao mesmo tempo, mas às vezes esse excesso de deveres pode acabar fazendo mais mal do que bem. Carla Panisset, coach e instrutora de treinamentos, aponta que uma das reclamações mais frequentes das mulheres durante seus atendimentos é a dificuldade de equilibrar o trabalho com a família, o que acaba deixando a vida ainda mais difícil.

"Encontro cada vez menos mulheres workaholics, pois hoje em dia se tornou importante equilibrar o tempo entre trabalho, cuidar da família e da relação amorosa. Viver para o trabalho nos levou à hipercompetitividade, aumento do estresse, consumo desregrado de medicamentos, isolamento e ao narcisismo, e muitas vezes também não trouxe o retorno financeiro desejado. Afinal, quantas mulheres conhecemos que ganham os mesmos salários de altos executivos?", questionou Carla.

Para ela, os danos causados pelo estresse no trabalho são sérios, como a sensação de não valorização dos esforços, o cansaço extremo e a incapacidade de manejar tanta preocupação sem adoecer ou estar ausente para os filhos e a família. A especialista acredita que uma das maneiras de amenizar essa situação é tomar conhecimento do que a mulher consegue fazer. "Quando utilizamos todas as nossas habilidades, ganhamos mais autoestima para encarar os desafios de frente, mais resiliência e capacidade de medir as consequências dos nossos atos. Também aumentamos nossa responsabilidade por nossos feitos e conquistas", aconselha Carla.

Questão 2 - Acho difícil obter reconhecimento profissional


Desejar se estabelecer na profissão é o desejo de muitas pessoas - mulheres ou homens. No entanto, a especialista em carreira Carla Panisset percebeu que algumas mulheres têm necessidade de se afirmarem no ambiente de trabalho por meio do salário, que segundo o desejo delas, deve ser cada vez mais alto. A profissional acredita que quando a realidade não corresponde à expectativa, surge a frustração com o emprego.

"O que eu vejo como mais grave é que a mulher está constantemente em busca do novo emprego (ou atividade) por não aguentar tanta insatisfação. Ou seja, não desenvolve um trabalho consistente numa mesma organização, o que poderia criar sua reputação no mercado e, em longo prazo, fazê-la ganhar mais. Uma carreira sustentada a partir de muitas atividades diferentes para várias organizações - a não ser que a mulher trabalhe em consultoria - dificilmente irá trazer aprendizado e desenvolvimento das próprias competências e habilidades", relata a especialista. Segundo ela, a dica é descobrir exatamente o que você quer de sua carreira profissional, tomando conhecimento de suas habilidades e se dedicando a um trabalho que lhe faça bem.

Questão 3 - Não consigo mais dormir à noite por causa do meu bebê


Deixar de ser só filha ou esposa e tornar-se mãe é algo novo para todas as mulheres que passam pela maternidade. Mas para algumas esse processo pode trazer problemas. continuar lendo...

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Por que nunca sou chamado? Meu currículo está mal feito?

Bom dia, Coach!  Peço uma orientação sua, por que envio currículo e nunca fui chamado nem para entrevista, dentro da minha própria área de atuação. O que há de errado?



É o currículo mal elaborado, tenho bom tempo de atuação na profissão. Poderia mostrar onde está o erro? Agradeço a sua orientação ou consultoria.

Att. LC

xxx

Prezado L.C.,
existem empresas de recolocação profissional que oferecem modelos e o serviço de alteração de currículos. Há modelos ótimos na internet também.

Mas posso te dar algumas dicas sim!
Pergunte-se:
1- Meu objetivo (qual cargo e área que busco) está descrito claramente logo no início do currículo?
2- Eu descrevo sucintamente o que eu conquistei e realizei nas empresas onde trabalhei, tanto para mim mesmo quanto para a área e para a equipe? (O ideal são até 2 páginas apenas, é como "o cardápio" que deve encantar a empresa contratante apenas o suficiente para marcar a entrevista.)
3 - Pense em como pode destacar mais suas habilidades e conquistas e "disfarçar" problemas do tipo: tempo reduzido passando por várias empresas, idade (mais de 50 anos), foto não profissional, muitas mudanças de atuação e área sem uma relação lógica entre elas, demissões, etc.
4- Minha pretensão salarial é alta? (se for o caso, é melhor contratar uma empresa de head hunting)
5- Pergunte a vc mesmo: "Eu contrataria essa pessoa? Por quê? E para quê?"
Se isso não ficar claro para vc, provavelmente não estará claro também na descrição do seu currículo.

Além dessas questões mais relacionadas ao próprio currículo, L.C.,
posso te deixar mais quatro questionamentos de Coaching para transição de carreira. Pense:

1- O que eu irei ganhar se conseguir um emprego agora? E o que eu irei perder? Quem irá perder também?
2- Qual é a empresa ou negócio dos meus sonhos?
3- Qual será meu primeiro passo para entrar nessa empresa ou negócio?
4- Quando darei esse passo?

Espero tê-lo ajudado.
 Postado por: Carla Panisset

*Todos os emails reproduzidos nesse site foram autorizados por seus remetentes. As iniciais são trocadas para preservar o direito ao sigilo, quando é solicitado por escrito.

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

As armadilhas da chefia

"Olá Coach,
Comecei um trabalho em uma empresa privada e já sinto um clima muito competitivo, sinto muita expectativa da minha superiora em relação a mim e muitos questionamentos dela para que eu expresse minhas impressões sobre todos da empresa.

Repassei para ela minhas impressões, mas depois fiquei com a sensação de "fuxico". O que você acha que devo fazer, devo continuar sendo sincera com ela e dizendo o que percebi o que senti dos colaboradores ou devo ficar mais calada e não comentar nada? Agradeço sua atenção, M."
xxx

Prezada M,
Obrigada por suas perguntas.

Vamos lá: O que um gestor pode estar buscando ao perguntar a um funcionário seu parecer sobre outros colaboradores? Uma confirmação para suas próprias opiniões? Testar seu funcionário? Criar uma falsa intimidade antes do tempo? “Puxar a pessoa” para sua versão dos fatos?

Apenas o RH é habilitado oficialmente a emitir pareceres sobre as atitudes dos colaboradores. Como você mesma disse, começou há pouco tempo lá. Não houve tempo ainda para você ter a vivência de “quem é quem” talvez...

Quando sua superiora voltar a perguntar, como você se sairia ao dizer abertamente que se sente desconfortável, com a sensação de fofoca, e que gostaria de ajudá-la de outra forma? Também é válido perguntar o que ela está buscando quando faz esse tipo de perguntas, para você ficar ciente de como ela vê a situação. Isso deixará você mais segura da próxima vez, conhecendo o ponto de vista dela.

Aqui no blog Coachtório e no site há outros textos e dicas sobre Etiqueta e Comportamento nas empresas. Obrigada por autorizar a publicação, assim sua resposta ajudará outras pessoas que estão vivendo a mesma situação atualmente. O mais importante é compartilharmos as saídas.
Espero tê-la ajudado.
Postado por: Carla Panisset
*Todos os emails reproduzidos nesse site foram autorizados por seus remetentes. As iniciais são trocadas para preservar o direito ao sigilo, quando é solicitado por escrito.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Como liderar a Geração Y?

Em 2013, algumas habilidades poderão melhorar sua vida profissional, como ser flexível, trabalhar em equipe, ter visão empreendedora, ser assertivo, e ainda outras. Mas, além dessas, outra questão que tem feito líderes buscarem o Coaching trata da habilidade de lidar e liderar a Geração Y.

A Geração Y contempla os nascidos de meados da década de 1970 até meados da década de 1990 (segundo outros teóricos da Sociologia, no entanto, seriam apenas os nascidos após 1980). A Geração Y também é chamada de "Geração do Milênio" ou "Geração da Internet", sendo sucedida pela geração Z.

E essa Geração está dando o que falar no mundo corporativo, por demonstrar comportamentos não muito bem vistos ou aceitos pelas duas gerações anteriores: Geração X (nascidos entre 1960 e 1979) e Baby Boomers (nascidos entre 1945 e 1964), que normalmente ocupam cargos mais altos nas empresas. Essa não aceitação das diferenças é que está trazendo estresse e conflitos para a ambiência: justamente quando as duas gerações anteriores ainda estão ativas e a Y começa a sua carreira, muitas vezes no primeiro emprego.

Alguns dos comportamentos da Geração Y observados, pelo que relatam clientes e as áreas de Recursos Humanos, são:

1) Imediatismo, tanto quando se trata de obter respostas rápidas quanto na atitude na hora de pedir um aumento ou promoção.
2) Multitarefas: são totalmente "plugados", não separam lazer e comunicação na hora em que desempenham suas tarefas - podendo ouvir música, postar fotos no "Face" e preencher relatórios simultaneamente.
3) Consciência da abundância de oportunidades, que gera a não fidelidade ao cargo e à corporação. Quando recebem convites para realizar atividades que parecem mais interessantes, simplesmente "vão embora", com menos barreiras de saída. Julgar algo "mais interessante" pode envolver mais dinheiro ou não, às vezes a chance de usar a criatividade é o que mais atrai.
4) Não valorização da experiência prática das gerações anteriores, por considerarem que tudo pode ser buscado no Google.
5) Excesso de autoconfiança que advém da confusão entre o conhecimento que adquiriram na internet e nas redes sociais, com o conhecimento prático alcançado por meio da experiência no ramo.
6) Visão não hierárquica de posições, salários e da distribuição de benefícios na empresa. Tendência a não qualificar autoridades nas quais não reconheçam "mérito".
7) Inquietude quando não concordam, não hesitando em expressar seu inconformismo e não aceitando decisões do tipo "top-down" (impostas pelas chefias).
8) Falta de concentração quando o assunto é longo e não transmitido de forma interativa.
9) Foco total quando estão "fazendo o que gostam", podendo virar noites trabalhando para criar estratégias, jogos e novas interações, principalmente quando têm permissão de usar redes sociais no trabalho.
10) Falta de clareza do que é público e do que deve ser mantido privado no ambiente corporativo.

Obviamente que nem sempre vamos encontrar todas as características acima nas pessoas dessa geração, pois o ambiente em que está inserido influencia mais o jovem do que o fato de pertencer a essa ou àquela geração. Empregados da Geração Y que atuem por dois ou três anos numa empresa de cultura muito arraigada - uma farmacêutica alemã, por exemplo - poderão demonstrar comportamentos mais semelhantes aos de seus pares do que aos de outros jovens de empresas diferentes.

O desafio maior fica nas mãos das lideranças diretas, que reconhecem o valor de um empregado que parece estar "sempre motivado" (já que quando estão insatisfeitos, reclamam e tomam logo outro rumo, caso não vejam medidas imediatas), mas que gera desgastes ao enviar fotos suas em festas para o diretor da empresa, julgando que é seu amigo apenas porque o adicionou no Facebook, por exemplo.

Então, como exercer liderança ou lidar com jovens que não parecem valorizar o significado da palavra hierarquia? Algumas soluções que já vêm sendo usadas no Brasil são:

1- Estimule-os a encontrar soluções para os problemas no dia-a-dia de forma colaborativa, utilizando todos os meios eletrônicos que estejam habituados a usar.
2- Explique na contratação qual é o plano de carreira da empresa e como se dá o processo de promoção para não gerar expectativas frustradas e a consequente perda do investimento que já foi feito em sua contratação.
3- Dê a eles novos desafios e mais responsabilidades, principalmente se na empresa não houver plano de carreira definido.
4- Quando for delegar, faça o passo-a-passo junto com eles para checar o entendimento do que precisa ser feito e garantir que a delegação seja eficaz.
5- Quando der feedback, seja direto, mas faça mais perguntas do que fale, usando técnicas de Coaching para aproveitar melhor suas ideias e participação.
6- Crie atividades de jogos, competições e concursos de criatividade envolvendo as atividades diárias para que seu compromisso com os prazos e entregas aumente.
7- Crie um ambiente para que empreguem suas habilidades tecnológicas e artísticas e elogie sempre que houver evidências comprovadas de ganhos para a área.
8- Caso atue em RH, crie políticas específicas com linguagem adequada para reter os talentos dessa geração.

O futuro já chegou e ele se chama Geração Y, com suas características peculiares. E a próxima pergunta que o mundo corporativo terá que fazer será: "o que é liderança?". Parece que ninguém ainda tem a resposta. Mas se você já é um líder da Geração Y, uma dica é olhar pelo ponto de vista das outras gerações, buscando ouvi-las e somar experiências que criem um belo estoque de conhecimento para sua empresa.

Postado por: Carla Panisset

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sábado, 27 de outubro de 2012

Quando "i" (ai) era som de um gemido!!

Estávamos em um restaurante, à espera do Menu Confiance oferecido pelo Chef, sob um clima romântico comemorativo, como aparentemente estavam todos os casais presentes.

Infelizmente minha concentração ficou comprometida, com o comportamento de um casal bonito, na faixa dos 30-35 anos, da mesa ao lado.

O homem lia e digitava ininterruptas mensagens, às vezes com meio sorriso nos lábios, às vezes com a testa franzida.

O cardápio veio. Ambos escolheram o “menu”. Ele com olhos no cardápio e no iPhone. Em seguida o maitre ofereceu a carta de vinhos, quando o rapaz interrompeu seu apego ao iPhone para, com um meio sorriso, perguntar à moça:
 - “Pode ser um Bourdot Saint Georges?”

Gravei o nome do vinho, pela empolgação da mulher, com o sorriso dos olhos dela, quando perguntou:
 - “Aquele maravilhoso que tomamos na lua de mel em Paris?”
Ele sorrindo, acenou com a cabeça.

Acho até que por alguns segundos ela teve a esperança de que o “vinho” prometesse algum diálogo.
Mas... o vinho “maravilhoso”, caríssimo, foi ritualmente servido em seguida, e...
Ele por alguns instantes, com os olhos nela e na taça, brindou, um brinde vão, oco, rápido e trocou meia dúzia de palavras, para em seguida voltar o olhar para o maldito iPhone: um desprezo impune, silencioso.

Por pouco não me solidarizei com ela, mas aí eu é quem teria estragado a minha noite. A mulher, sem alternativa, após o brinde chocho, pegou também seu iPhone e ambos passaram o jantar, lendo e enviando mensagens, ela talvez fingindo que mandasse: um consolo penoso, compulsório.
Entre um gole e outro, entre uma garfada e outra, trocaram raros sorrisos e escassas palavras. 

Pensei  em criar uma COMUNIDADE = ODEIO iPhone; iPad, iPod, Blackberry, mas temendo não ter nenhum quorum, e ao contrário me tomarem por insana, ou resolverem usar meu cérebro para pesquisa, "o que pensavam os cérebros do passado”, decidi tão somente me desabafar com vocês.

Resolvi começar assim: "SOU DA ÉPOCA”, e vi que pegaria mal, seria um “mico”, porque isso remete a um passado longínquo que me tiraria toda credibilidade; mas mesmo correndo risco resolvi falar; vamos lá: "No meu tempo”  (e isso faz pouquíssimo tempo - JURO), quando “i” (ai) ainda era um gemido, quer de dor de amor ou de prazer... ouvir um “ai” mereceria sua preocupação, cuidado ou deleite; e o “maneiro”, “irado” era: sentar-se à mesa de um bar ou restaurante e conversar, trocando palavras verbalmente falando (emitidas pela boca mesmo), com seu par a noite inteira sem interrupções; ligar em segredo pelo celular só para ouvir a voz da pessoa sem que ela te identificasse pelo "bina”;  convidar os amigos para festa, ligando para eles carinhosamente pelo telefone, ou mandando convites impressos lindos; ir descobrindo os segredos do seu(sua) amado(a), porque ele te confidenciava ou sua malícia permitia; e não porque alguém, inconveniente, colocasse uma foto sua antiga comprometedora no Face dele(a); conhecer novos amigos, através de novos amigos ou de “paquera”; entrar em um livraria, tomar café e escolher um livro impresso de verdade, para depois lê-lo, ouvindo o folhear das páginas de papel uma a uma deitada na rede. Isso quando “navegar” ainda era viajar pelo mar e “hospedar” era receber alguém em casa.

Poderia continuar enumerando as delícias do passado, como colecionar discos de vinil ou Cds (para quem não sabe o que é - vide Google); e “touch me” queria dizer toque-me e não “segure e arraste”...

Esquece!

Incontrolável, irreversível, “viral”!!!

Nostalgia demais, acabou, "IT´S  OVER”, quem viveu… viveu.. quem não viveu perdeu.

Hoje, carta? Propaganda ou cobrança. Telegrama? Deus me livre, só do fisco avisando que você esta na malha fina. Sentar à mesa? Somente se souber conviver com o “bip” “bip” do iPhone e de todos os outros “i” (ais), apitando sem parar, anunciando cada mensagem que chega, ou dividindo seu par, seus filhos e seus amigos com o iPhone, iPad,Smart Phone, Blackberry e todos os outros “i”(ais) deles; que não são os seus, e ai de você se reclamar, pode ser deserdada, defenestrada, punida: “ai...ai...ai... vai ficar de castigo, porque não tem nenhum “i” aí dentro da bolsa.

Convidar para festas? Descobrir todos os segredos? Dele(a), de seus amigos, de todos os amigos dos amigos? Os declarados e os inconfessos?

Só entrar no FACEBOOK.

Enfim, ou você perde o romantismo e a privacidade, ou vira pré-histórica.

Então acho que vou me render, cansei, percebi que caí em desuso, só me resta criar uma comunidade: ROMÂNTICAS REINVENTADAS, aquelas que mesmo decorando todas as siglas e tirando proveito de tanta tecnologia, prometem  perder e invadir o mínimo de privacidade possível à sobrevivência e permanecer atentas e presentes ao lado de suas companhias a despeito de qualquer chamado ou “bip” do além mundo, tentando preservar a delícia do arrepio de um beijo no pescoço antes que, Deus me livre, acabe definitivamente o contato físico (tato) e verbal (boca/ouvido) e só existam o iSexo, iBeijo, iNamoro, iAmor, iAmigos, iVida.

E em prol dessa causa, comecei uma pesquisa com os maiores sobreviventes, acima dos 35 anos, para saber quanto os “i” (ais) atuais, [fora do trabalho (onde são um bem necessário)], afetam suas vidas íntimas, leia-se também o sono,  a frequência do sexo; as gracinhas dos filhos, mesmo que banais “but not least” o contato físico, a ida ao cinema com tela de verdade, as conversas com frases ditas e saídas dos lábios e por isso, quanto esses “i” (ais) comprometem e ou invalidam os “ais” genuínos, verdadeiros, causando entraves ou impasses nos relacionamentos pessoais.

Lutar contra? “Murro em ponta de faca”.

E então? Conciliar!!
THAT IS IT !……AMÉM!
Quem quiser aderir ao "movimento" ou dar sua opinião mesmo que contrária, se manifeste por favor, antes que seja tarde. Aguardo!!!!
 R.O.

 Postado por: Rosangela Ojuara

 

 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Foi demitido? Aproveite para se reinventar

Momento é ideal para encontrar atividade que ofereça mais satisfação


No mundo corporativo, algumas pessoas podem ser selecionadas para vagas por seus currículos, e depois serem demitidas em razão de suas atitudes. Mas o que isso realmente significa e como podemos fazer para melhorar as perspectivas na próxima empresa?

Não é incomum que profissionais - mesmo os mais experientes - saiam de seus empregos sem saberem o real motivo de seus desligamentos. Numa sessão de Coaching de transição de carreira, um gestor de uma empresa americana no Brasil afirmou para mim: "Eu sei que fui 'demitido' para dar uma sobrevida ao meu superior, que já estava sendo mal visto pelos pares. Ele entregou minha cabeça para poder se segurar no cargo", comentou.

No entanto, tempos depois, outras fontes me revelaram que esse gestor tinha posturas extremas e fama de "criador de caso" e "pavio curto". Difícil imaginar que essas atitudes não tenham influenciado seu afastamento. Pois notem a incongruência das duas informações. Talvez nunca chegue para ele a verdade sobre sua dispensa. E é muito provável que seu desconhecimento o leve a se colocar em situação delicada, arriscando-se repetidamente nos novos empregos.

Após a demissão, uma ótima maneira de tomar as rédeas da sua vida profissional é perguntar a alguns colegas pessoalmente: "por que você acha que fui demitido?" e "o que você teria feito no meu lugar para evitar ser dispensado?" Partindo dessa consciência expandida e tendo humildade para aceitar dos fatos, escreva em um papel as respostas para as seguintes perguntas:

Para ampliar a percepção:

  • 1) De 0% a 100%, qual foi meu percentual de responsabilidade por minha demissão?
  • 2) Quais atitudes terei, já na minha próxima vaga, para mudar isso?
  • 3) Quais atitudes evitarei?
  • 4) O que pode me impedir de corrigir atitudes que não me favoreçam atualmente?
  • 5) Qual é meu nível de compromisso - de 0 a 10 - com esse desenvolvimento pessoal?
  • 6) Estou ciente de que não fazer nada pode me colocar em risco novamente?

Para criar opções de ação:

  • 1) Se eu pudesse trabalhar em qualquer empresa do mundo, qual seria?
  • 2) Por que essa é a empresa dos meus sonhos?
  • 3) Quais valores meus se identificam com essa empresa?
  • 4) Caso seja inviável atualmente trabalhar nessa empresa, qual seria uma opção semelhante que estivesse mais próxima de mim?
  • 5) O que eu espero obter nessa nova empresa?
  • 6) Trabalhando na empresa escolhida, eu faria exatamente a mesma atividade? Se não, qual atividade eu gostaria de exercer?
  • 7) Eu estou plenamente qualificado hoje para exercer a atividade que sonho? Se não estou, o que me falta - em curto, médio e longo prazo?
  • 8) Quanto eu quero ganhar por esse trabalho? (Lembre-se de que a melhor hora para negociar um aumento de salário é quando estamos começando em um novo negócio.)

De posse dessas respostas, elabore um "Plano de AÇÃO" com o passo-a-passo e os prazos para preencher todas as lacunas que afastam você hoje da atividade que mais lhe trará satisfação. Aproveite a chance para reinventar sua carreira, mas principalmente para reinventar a si mesmo e suas atitudes.

O que diferencia os profissionais que ocupam cargos altos não é sua habilidade técnica, mas sim suas posturas, atitudes, grau de compromisso, liderança e inovação. Boa sorte e se mantenha aprendendo, pois bicicletas paradas caem no chão!

Postado por: Carla Panisset

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Cuide-se


Pode parecer que o processo de Coaching seja estritamente corretivo, mas não é.

Os melhores e mais brilhantes em suas áreas de atuação o usam para evitar a atitude complacente, para que haja crescimento, desafios, e a partir daí suas capacidades sejam ampliadas.

Coaching não  é um evento especial, e sim uma dinâmica permanente no crescimento pessoal e profissional.

Ele não é infinito, mas pode ser periódico, e é uma experiência desejável e gratificante.

É um cuidar-se!

As empresas não investem em pessoas que não valorizam.

As pessoas não respeitam quem não se valoriza.

Coaching é um processo presente para um futuro melhor.

“Não olhe para trás, alguma coisa pode estar lhe alcançando.” Satche Paige

Postado por: Maria Angela Giordani

 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

TRA-I-ÇÃO!!

Sabe traição?

A punhalada, que para quem sofre, é injustificada, não teve qualquer motivo para acontecer, mesmo que tenha, e que inspira o sentimento do mal, evoca a vontade de vingança, confunde amor próprio ferido com ciúme, ódio mortal com amor infinito, rejeição com impotência, posse com prisão?

Falo dessa, mesmo; que cega, faz o coração dilacerado, o sangue escapulir das veias, o chão virar despenhadeiro, o túnel virar breu.

Por essa dor, maior que a própria dor, chorar, se descabelar, ficar de luto, sim, pode, deve, para esgotar o assunto; o que não pode, ou não deve, é achar que a vida se resume a única pessoa que por acaso é a que infeliz ou felizmente não te quer mais. Porque só se tem duas opções: reagir ou sucumbir.

E acredite, a dor tem cura, na sua cabeça que pode reger seu corpo, no exercício diário para apagar a nódoa, no COACHING que te questiona e te ajuda a se responsabilizar pela absolvição da própria culpa.

Ter à vista, solução; a reta, a rota.

E você?

Já viu, ouviu ou viveu, esse sentimento?

Sobreviveu, sublimou, passou?

Então fale, para todo mundo ver que tudo passa; se ainda não passou fale também, por que ao invés de virar a página, você pode arrancar, para esvaziar o peito, porque só trazendo o lodo do fundo à borda, ele é passível de ser aspirado.

Um poema, para quem não fugiu, ficou, para quem não cedeu, domou.

Nem tão bom quanto amou, nem tão ruím quanto sofreu.

Escapou. Sobreviveu.

Passado!

A noite virou dia.
A dor virou perdão.
A espera virou norte.
À vida: emoção

Parecia doce de morango maduro com amora,
Mas era mistura de mel com amargo.
Tudo engano.
Uma roupa de colorido intenso: puída, rota.
Uma joia, de brilhante: falsa.
Um piano de calda: mudo.

Do dano, restaurada.
Da culpa, absolvida.
A vista, enfim clara.
Esperando por tudo, muito.
Saltando, agora alto.

Da queixa enfim o avesso
Da rota definitiva a reta
Da chaga, à ferida, à casca, à total cura
Acordada, retomada.
Perdendo o medo
Ouvindo o peito
Fazendo escolhas
Sonhando os sonhos

Transbordando!!!
Fazendo ruído.
Se enfeitando, flores....

Reavendo e anunciando a vida...

Postado por: Rosângela Ojuara

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

E agora? Queridas mulheres,

O assunto é: refazer, recomeçar, rever, reeditar, reabastecer, reeleger.

Queridas mulheres.
TODAS!!
De cada idade.
Em especial, das de 30 (quando as maiores aflições começam) às de 50-60-70... (ao infinito), quando as mesmas aflições não passaram.

Não passaram ainda, mas podem ser atenuadas, se os problemas virarem questionamentos, se as perdas não se transformarem em culpa, se o coração ermo for novamente habitado por objetivos, se as fantasias tiverem enfoque palpável.

Queridas mulheres, se o assunto as leva à esperança de que “seus problemas acabaram”, não acertaram de todo.

Primeiro por esse jargão não ser meu, depois porque, pretensamente, o máximo que consigo prometer é falar dos problemas que são nossos, até me esgotar na tentativa de mostrar que existem, mas podem sempre ser vistos sob vários prismas.

Nós nos papéis: ora mães ora filhas, ora fadas ora feras, ora ferinas ora feridas, ora amadas ora amantes, ora vitimando ora vitimadas, ora troca ora trocadas, ora fuga ora luta, ora luz ora cruz.

Prometo também falar e ouvir assuntos dolorosos embora rescindíveis como a separação e ou divórcio, que mesmo com morte anunciada há tempos, nos surpreende quando estamos diante de mudanças drásticas como: ter que passar a comer sardinha ao invés de caviar; da metade da cama permanecendo arrumada à noite, das contas se acumulando na mesa, dos filhos meio cá meio lá, ou da inexistência deles nesse momento, dos três quartos virando quarto e sala, e, dessas sensações de contratura no estômago, da lança atravessando as entranhas, do espelho contra nós, dos amigos divididos, da referência sem pontos.

Já viram que dolorosos, hilários, polêmicos, fartos são os temas.

Tantos, que resolvemos abrir um “Coachtório” no nosso site SCALA COACH, onde poderemos começar falando de forma genérica aqui e depois levar-nos a um processo de coaching pessoal com o aprofundamento que qualquer solução importante exige.

E sabem porquê?
Muitas coisas nos identificam:
Sermos mulheres, românticas (como muitas negam), articuladas (tal e qual várias – no bom sentido), fortes (como todas, embora algumas não assumam) e crentes (como quem crê no amor por esperança e inspiração, na dor por coragem e imposição, nas perdas por tentativas e amadurecimento e nas conquistas por ensaios e arrebatamento).

Carregar ora na bolsa Chanel ora na pochete “plastic” separações ou acordos, ilusões ou enganos que deveriam fazer a todas nós:
Fracas, vítimas e arrependidas: Nunca!!
Chorosas, asfixiadas e sofridas: Na hora.
Refeitas, crédulas e fortalecidas: Para sempre.

Múltiplas e indivisas.
Pérolas e pedras.
Livres e conchas.
Impudicas, castas e pintadas com “tinta forte”.

Pode não parecer fácil mas a procura e a troca de vivências, quem sabe, façam do mal o passado, o decapitado, cortado até o rés, trocando hábitos por excitação, espera por feitos.

Aqui, Coach: para melhora de performance, carreira, relacionamento, espiritual, desmobilização afeto-amorosa, “dramático/teatral”, técnica de vendas.

Enfim, absolutamente todos os assuntos, um a ver com os outros. Amor com performance; afeto com ensaio dramático; desmobilização com melhora, teatral com vendas, e com dramático, com afeto, com espírito e vice-versa.


Postado por: Rosângela Ojuara